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A Miolo é uma publicação que existe desde 2018. Surgiu a partir dos esforços de um grupo de estudantes da Escola de Belas Artes/UFBA e integrantes da editora Tiragem, projeto de extensão permanente que reune artistas e designers soteropolitanos com o interesse em investigar o objeto livro e publicações de artista. O primeiro volume da Miolo, contou com uma tiragem de 100 exemplares e foi publicado com recursos de editais internos da Universidade, contudo, com a intensificação dos cortes de verbas para a educação superior (contingenciamento) realizados pelo Governo Federal em 2019, o segundo volume da Miolo, publicado em Dezembro de 2019, só foi possível com a utilização de recursos pessoais dos seus integrantes (professores e estudantes). Esta campanha de financiamento coletivo busca a sua ajuda para garantir o terceiro volume dessa publicação que atualmente é a única do gênero em Salvador. Clique no botão APADRINHAR e saiba mais sobre como você pode nos ajudar por aqui. Sempre lembrando que o apoio é mensal. Um pouquinho por mês e poderemos garantir o terceiro volume da revista Miolo, em 2021.


Como assinar?


Sobre a Miolo

A revista MIOLO é produzida por designers e artistas que trabalham com diferentes linguagens. Um esforço coletivo que parte do desejo de fazer circular experimentos poéticos por meio de publicações periódicas. Trata-se de uma publicação especializada que apresenta processos artísticos a partir de uma ótica soteropolitana. Para tanto, seleciona por meio de chamadas abertas na internet — e-mail, site e redes sociais — trabalhos de pesquisadores, escritores, designers e artistas do Brasil e do mundo.

Sem deixar de lado artigos mais alinhados com os rigores acadêmicos, e em busca de manter a unidade da publicação e a coerência do discurso enunciado, na curadoria dos textos, ensaios artísticos e outras obras que integram esse número da MIOLO, priorizamos ideias passíveis de dialogarem entre si no corpo da revista. Trabalhos que forçam os limites entre as linguagens e brincam com os ruídos presentes na matriz da comunicação, estejam eles nas ambiguidades da palavra escrita ou nos saltos entre a materialidade do texto impresso e a imaterialidade do vídeo digital.   Compreendemos a prática editorial como experiência de ensino-aprendizagem. Através da elaboração de vivências, procuramos experimentar as técnicas gráficas incorporadas ao projeto da revista, abrindo, deste modo, clareiras para que estudantes cultivem suas poéticas além do espaço da publicação.